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App de Turismo Inteligente para público sênior vence o Curitiba Smart Hack

Hackathon de 42 horas foi realizado neste final...
Hackathon de 42 horas foi realizado neste final de semana pela Minsait e iCities (Foto: Pexels)

Um aplicativo que apresenta novas experiências culturais locais para a população de Curitiba com mais de 60 anos, ao mesmo tempo em que fomenta o trabalho de artistas e profissionais liberais que vivem de seus trabalhos artesanais. Este é o “Simbora Curitiba”, app criado pelo Grupo Magda que conquistou o primeiro lugar do Curitiba Smart Hack – maratona virtual de desenvolvimento de software de 42 horas de duração, encerrada neste domingo (28). O grupo levou um prêmio de R$ 10 mil, além de ingressos para o Smart City Expo World Congress, em Barcelona, e o Smart City Expo Curitiba.

“Reunimos 24 equipes com 162 participantes de todo o país, um grupo bastante qualificado e heterogêneo, com perfil voltado às soluções de cidades inteligentes. Também contamos com a presença de 30 mentores e nove jurados que prestigiaram o Curitiba Smart Hack com sua expertise”, afirma Caio Castro, sócio-diretor e diretor comercial do iCities, organizador do evento com a Minsait, uma empresa Indra.

Turismo Inteligente

Os três projetos vencedores apresentaram soluções na área de Turismo Inteligente. Em primeiro lugar, a Equipe Magda desenvolveu o aplicativo “Simbora Curitiba”, voltado para a população com mais de 60 anos, que em 2022 ultrapassará a população de até 14 anos em Curitiba.

“Cerca de 93% dos idosos afirmam que as possibilidades de lazer aumentaram após a aposentadoria, com maior interesse em viagens e turismo. Porém, o acesso a parques, museus e feiras é reduzido, o que também prejudica artistas e profissionais que vivem de seus trabalhos artesanais. Com interface facilitada, filtro de acessibilidade, localização e categorias de interesse, o app envia mensagem sobre a agenda de eventos culturais no WhatsApp do usuário”, detalha o pitch da apresentação.

A Equipe Guria classificou-se em segundo lugar com uma plataforma para promover um tipo de turismo que favoreça a diversidade histórica e cultural de Curitiba, democratizando e facilitando o acesso à cultura. "A Guria possui interface gamificada, datasets culturais com localizador para tornar cada usuário um colecionador, tendo como premissa o dado de que 42% da população brasileira não possui o hábito de consumir cultura por falta de acesso”, explica o pitch.

O terceiro lugar ficou com a Equipe Colectiba, que tomou como base a estatística de 70% na redução na demanda turística local com a pandemia. "O Colectiba é um aplicativo mobile que proporciona uma interatividade gamificada para pessoas que desejam registrar, colecionar e compartilhar suas experiências turísticas digitalmente, através de blockchain e token digital. Com isso, forma-se uma espécie de álbum de figurinhas da cidade."

Mentoria e jurados

Ao longo da competição as equipes receberam mentoria de 30 especialistas. Os critérios analisados para a escolha do projeto vencedor envolveram clareza dos objetivos, proposta de valor, aplicabilidade e originalidade do sistema para solucionar o problema proposto e viabilidade de execução real da solução desenvolvida. Além de representantes da Minsait, do iCities, o júri foi composto por Carlos Motti, CEO da IT2B; Pablo Miranda, Gerente Pré-vendas também da IT2B; Alessandra Reis, da Agência Curitiba; Guilherme Rangel, diretor de tecnologia e desenvolvimento do Detran-PR; Leandro Moura, presidente da Celepar; Gisele Raulik, também da Celepar; e Fabricio Zanini, do Instituto das Cidades Inteligentes (ICI).

Fonte: Gazeta do Povo

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